A Extensão da Discriminação Racial


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A professora norte-americana Jane Elliott realiza exercício controlado em que reproduz a realidade da opressão contra minorias e gera insights anti racismo.






O quê o documentário revela sobre os testes de Q.I. desenvolvidos e aplicados por brancos?


Segundo Jane Elliot, os testes de Q.I. são criados e aplicados pelos brancos para avaliar e julgar somente o quociente de inteligência de pessoas brancas, sem levar em consideração as demais culturas, consideradas irrelevantes.
Segundo Jane Elliot, os testes de Q.I. são criados e aplicados pelos brancos para avaliar e julgar o quociente de inteligência de pessoas brancas, imigrantes, negros e demais culturas, com a finalidade de ranquear as pessoas mais inteligentes do mundo em um sistema racional e gerar uma competitividade que, ao final, só tem a favorecer a busca pelo conhecimento e pela criatividade.
Segundo Jane Elliot, os testes de Q.I. são criados e aplicados pelos brancos para avaliar e julgar somente o quociente de inteligência de pessoas brancas, sem levar em consideração as demais culturas.
Segundo Jane Elliot, os testes de Q.I. são criados e aplicados pelos brancos para reforçar o seu poder sobre as pessoas de cor, sobre os imigrantes e sobre outras minorias. A controvérsia é que este teste pretende medir o quociente de inteligência destas minorias apresentando questões sobre coisas que elas nunca aprenderam, pois tais pessoas fazem parte de uma cultura diferente, com saberes diferentes.


Originário da África próximo da linha do equador onde havia muita incidência solar , o ser humano sentiu, em determinado período da história, a necessidade de migrar para as regiões mais ao Norte do globo terrestre, nas quais a incidência de raios solares era menor. Segundo Jane, este acontecimento provocou:


A diminuição da produção de melanina pelo corpo humano, o que fez com que sua pele, cabelo e olhos se tornassem mais claros e seu cérebro maior, o que possibilitou um aumento de inteligência em relação aos humanos que permaneceram nas regiões próximas à linha do equador.
A diminuição da produção de melanina pelo corpo humano, o que fez com que sua pele, cabelo e olhos se tornassem ainda mais escuros.
A diminuição da produção de melanina pelo corpo humano, o que fez com que sua pele, cabelo e olhos se tornassem mais claros.
A diminuição da produção de melanina pelo corpo humano, o que fez com que sua pele, cabelo e olhos se tornassem azuis.


Qual a proposta da professora Jane Elliott com o documentário "Olhos azuis"?


Denunciar a extensão da discriminação racial. Inverter os papéis de alguns atores sociais, isto é, colocar as pessoas que praticam sem perceber alguma forma de discriminação social na posição do discriminado e, assim, levá-las a compreender que os indivíduos de pele negra foram e continuam sendo os mais prejudicados em toda a história da sociedade.
Inverter os papéis de alguns atores sociais, isto é, colocar as pessoas que praticam sem perceber alguma forma de discriminação social na posição do discriminado e, assim, levá-las a compreender como o sadismo é a melhor arma para alcançar o poder.
Denunciar a extensão da discriminação racial. Inverter os papéis de alguns atores sociais, isto é, colocar as pessoas que praticam sem perceber alguma forma de discriminação social na posição do discriminado e, assim, levá-las a compreender como é difícil viver quando se é sistematicamente prejudicado pela má vontade alheia.
Inverter os papéis de alguns atores sociais, isto é, colocar as pessoas que praticam sem perceber alguma forma de discriminação social na posição do discriminado e, assim, levá-las a compreender como é bom ter o poder e o controle sobre os outros.


O que é melanina?


A melanina é uma proteína que confere despigmentação à pele, aos olhos e aos cabelos dos mamíferos.
A melanina é uma proteína que confere pigmentação à pele, aos olhos e aos cabelos dos ovíparos.
A melanina é um agente composto que confere pigmentação à pele, aos olhos e aos cabelos dos mamíferos.
A melanina é uma proteína que confere pigmentação à pele, aos olhos e aos cabelos dos mamíferos.


Segundo a professora Jane, os humanos surgiram há 280 milhões de anos na África, próximos à linha do equador. Para se proteger da alta incidência de sol daquela região, seus corpos produziam muita melanina, o que fez com que sua pele, cabelo e olhos se tornassem:


Escuros.
Azuis.
Verdes.
Claros.



Declaro que EU assisti ao vídeo: A Extensão da Discriminação Racial e respondi as questões solicitadas.
  • Data Inicial : 12/4/2016 14:16:12 UTC 2016
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ALINE FERREIRA DE OLIVEIRA - nota (10) Nota que ALINE FERREIRA DE OLIVEIRA obteve na avaliação do estudo. - resume:
Este video nos mostra o quanto é dificil ser um negro na america ou em qualquer outro pais , o exercicio que a Jane Elliott fez com que muita gente caisse em si e visse o quão duro é ser um negro em paises racistas . Exercicio de reflexão deveria ser aplicado em toda instituição de ensino , ambiente de trabalho, palestras ,para que nao haja descriminação de classes , raças . Somos imagem e semelhança de Deus . Somos todos iguais .

simone cristina mantovani - nota (8) Nota que simone cristina mantovani obteve na avaliação do estudo. - resume:
. Este vídeo inverte os papéis, mostrando como se sentem as pessoas discriminadas. Ensina as pessoas se colocarem no lugar do discriminado e a perceberem o quanto é ruim estar no lugar delas. Um vídeo espetacular que nos ensina a não termos preconceitos em relação ao seu humano, por sua condição racial.

Jáisse Mendes Souza Cunha - nota (8) Nota que Jáisse Mendes Souza Cunha obteve na avaliação do estudo. - resume:
Conforme o relato de Daniela Calainho,na revista “Nossa História” onde encontramos o artigo “Feiticeiros negros no Brasil Colonial”, os senhores de escravos se sentiam incomodados quando seus cativos eram identificados como feiticeiros, pois, quando levado pela Inquisição, dificilmente retornavam aos seus ofícios. Alguns africanos e seus descendentes eram especialistas nas artes curativas, por serem hábeis manipuladores de ervas, substâncias de origem animal, alimentos e líquidos diversos. Utilizavam também, elementos ligados ao culto Católico como terço, cruz etc. Apesar de toda perseguição e repressão que era aplicado aos ritos praticados pelos africanos, muitos médicos e até mesmo padres utilizavam os conhecimentos dos negros como última alternativa de cura. Segundo Calainho o jesuíta Antonil, em seu “Cultura e Opulência do Brasil”, do século XVIII advertia aos senhores de escravos que moderassem em seus castigos, pois poderiam ser enfeitiçados por eles. Para ela, outra manifestação das crenças e tradições africanas a qual considera importantíssima eram os amuletos protetores que ficaram conhecidos como “bolsas de mandingas”. Esses amuletos serviriam como proteção às doenças, a má sorte, a violência, os roubos, para trazer dinheiro e até atrair mulher. Os africanos queriam apenas praticar suas manifestações mágico-religiosas, mas foram perseguidos, julgados e condenados pelo Santo Ofício. O preconceito contra as manifestações culturais e religiosas praticadas pelos africanos no Brasil colonial, ainda pode ser visto nos dias de hoje, pois muitas pessoas não sabem respeitar o próximo e critica o que é diferente de si, isso nos leva a refletir sobre nossos conceitos e “pré-conceitos” já que vivemos em uma sociedade tão mista.



DANIELE DE FRANÇA LEITE - nota (10) Nota que DANIELE DE FRANÇA LEITE obteve na avaliação do estudo. - comenta:
O curso mais interessante, na minha opinião.

Maria Marcelina Machado - nota (6) Nota que Maria Marcelina Machado obteve na avaliação do estudo. - comenta:
DEVEMOS NOS RESPONSABILIZAR PELO TRATAMENTO DA SOCIEDADE COM AS DIFERENÇAS POIS SE EXISTEM É PORQUE PERMITIMOS OU AUXILIAMOS MESMO QUANDO NÃO DEFENDEMOS AS PESSOAS QUE ESTÃO SENDO DE ALGUMA FORMA MALTRATADAS E DISCRIMINADAS. A EDUCAÇÃO DEVE ASSUMIR ESSE PAPEL DE INCLUSÃO SOCIAL NA PRÁTICA COM O AUXÍLIO DAS FAMÍLIAS PARA ACABAR DE VEZ COM QUALQUER PRECONCEITO.

Rafaela Rocha Braga - nota (8) Nota que Rafaela Rocha Braga obteve na avaliação do estudo. - comenta:
Vídeo que deveria ser assistido por todos. Vale ressaltar o ato de coragem da professora em prol dos negros e minorias, uma vez que no mundo em que vivemos poucos são aqueles que se importam com o próximo. Não basta dizer 'eu não faço parte', é preciso salvar, manifestar, protestar.

Elisandro da Silva Pedroso Borges - nota (6) Nota que Elisandro da Silva Pedroso Borges obteve na avaliação do estudo. - comenta:
A questão racismo sempre foi e ainda é um tempo polêmico, o que mudou é que antes era mais visível e hoje é mais mascarado devido as leis que leva a punição de quem comete tal atitude. No Entanto, o Curso nos mostra uma mulher disposta a mostrar para a classe branca que eles também podem nascer com um nível de QI baixo. Cor não influência em nível de QI e sim as oportunidades de recebem.

ALINE FERREIRA DE OLIVEIRA - nota (10) Nota que ALINE FERREIRA DE OLIVEIRA obteve na avaliação do estudo. - comenta:
O exercício da pedagoga Jane Elliott deveria ser aplicado no dia dia das pessoas como em instituição de ensino , ambiente de trabalho na rotina do cidadão para assim nos conscientizarmos e tratamos todos os seres humanos sem diferença .

Rosemara Maria Rodrigues de Morais - nota (8) Nota que Rosemara Maria Rodrigues de Morais obteve na avaliação do estudo. - comenta:
Foi muito bom assistir esta palestra,pois muitas das vezes sem querer, acabamos discriminando as pessoas.E não é só a cor, basta a pessoa ser diferente para que haja discriminação.O exercício passado pela professora mostra o quanto as pessoas são mau tratadas na vida real pela discriminação racial. Um bom exemplo desta professora.

silas araujo de jesus - nota (6) Nota que silas araujo de jesus obteve na avaliação do estudo. - comenta:
O vídeo fala como era o racismo e a descriminação não apenas no pais como no mundo todo.

Aulcineia Alves Lopes - nota (8) Nota que Aulcineia Alves Lopes obteve na avaliação do estudo. - comenta:
A discriminação racial gera preconceito que é um relativismo individual que resulta em conseqüências graves. As pessoas por acharem que são melhores que as outras em relação a cor, classe social e tantos outros fatores. Inaceitável !

Jáisse Mendes Souza Cunha - nota (8) Nota que Jáisse Mendes Souza Cunha obteve na avaliação do estudo. - comenta:
Na revista “Nossa História” encontramos o artigo “Feiticeiros negros no Brasil Colonial” escrito por Daniela Calainho, nele ela nos traz as práticas culturais e religiosas praticadas pelos negros no Brasil colonial e a perseguição que sofreram pelas autoridades civis e pela igreja Católica. Segundo Calainho, a pompa dos terreiros de umbanda e candomblé nasceram da cultura e da religiosidade dos negros que foram retirados à força de suas comunidades e trazidos para o Brasil no fim do século XVI.

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