Transtornos Globais do Desenvolvimento


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Um dos maiores desafios da educação inclusiva é incluir crianças com Transtornos Globais do Desenvolvimento no ensino regular.






Os Transtornos Globais do Desenvolvimento também causam:


Interesse em se comunicar com outras pessoas e variações na cobcentração
Vontade de estar sempre com pessoas da mesma idade que tenham o mesmo pensamento.
Variações na atenção, na concentração e, eventualmente, na coordenação motora.
Perca de sono, fome e variações de concentração.


Frequentar o ambiente escolar regular traz, entre outros benefícios:


Desinibição à proximidade sem angústia.
Alfabetização efetiva pelo método tradicional.
"O fazer" a criança.
Organização do aprendizado e a construção do laço social.


O que significa a sigla TEA?


Os limites do autismo.
Autismo Atípico.
Transtornos do Espectro Autista.
Nenhuma das questões.


Quais as características dos Transtornos Globais do Desenvolvimento?


Caracterizam-se pelos padrões de comunicação estereotipados e repetitivos, assim como pelo estreitamento nos interesses e nas atividades.
Sono, hiperatividade e fome abundante.
Estar em busca de algo novo a todo momento.
Querer estar sempre com a presença de um familiar.


Qual a dificuldade da criança com TGD?


Se relaciona fácil com os outros.
Têm dificuldade de estar com o outro e de estar no laço social.
As dificuldades não podem ser mais ou menos intensas.
Vive bem com os laços sociais.



Declaro que EU assisti ao vídeo: Transtornos Globais do Desenvolvimento e respondi as questões solicitadas.
  • Data Inicial : 12/9/2016 7:40:20 UTC 2016
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MAÍSE DE OLIVEIRA SILVA - nota (8.5) Nota que MAÍSE DE OLIVEIRA SILVA obteve na avaliação do estudo. - resume:
Perante a lei todos os portadores de necessidades especiais devem ter o direito de permanência a escola pois todos eles são capazes de aprender eles deveram ter o maior Não há uma regra em relação a isso, mas em geral existem dois ou, em alguns casos, três por sala. Vale lembrar que a proporção de pessoas com deficiência é de 8 a 10% do total da população. quem deve adaptar é a escola e não o aluno a escola deve oferecer suporte para incluir esses alunos com necessidades especiais.

Wanderleia De Lurdes Pereira Soares - nota (7) Nota que Wanderleia De Lurdes Pereira Soares obteve na avaliação do estudo. - resume:
A inclusão de crianças com tgd em classes regulares so vem acrescentar em seu tratamento e cabe a escola oferecer suporte para que essas crianças obtenha avanços significativos em sua caminhada escolar.

Jocilene Menezes dos santos - nota (9) Nota que Jocilene Menezes dos santos obteve na avaliação do estudo. - resume:
as crianças com transtornos globais do desenvolvimento precisam ser avaliados por um conjunto de especialistas para garantir o aprendizado destes alunos ,contudo é preciso a participação de todos ,principalmente da família que é a base de tudo,

EDNEI FRANCISCO DE OLIVEIRA - nota (7.4) Nota que EDNEI FRANCISCO DE OLIVEIRA obteve na avaliação do estudo. - resume:
Percebe-se que estão envolvidas nos Transtornos Globais do Desenvolvimento não só crianças com autismo, síndromes do espectro do autismo e psicose infantil. Mas todos que lutam por uma melhoria na educação inclusiva.

Marlon do Nascimento Silva - nota (8) Nota que Marlon do Nascimento Silva obteve na avaliação do estudo. - resume:
O TGD é grave, as pessoas que as possuem devem possuir estímulos para poder fazer as atividades.

fabiana justino francisco - nota (6.2) Nota que fabiana justino francisco obteve na avaliação do estudo. - resume:
A CRIANÇA COM TGA TRANSTORNO GLOBAL AUTISMO NECESSITA DE CUIDADOS ESPECIAS E PRINCIPALMENTE MUITA ATENÇÃO E INCENTIVO PARA O SEU DESENVOLVIMENTO E INTERAÇÃO A OUTROS CRIANÇAS PRINCIPALMENTE PRECISAM APREENDER A SE SOCIALIZAR JUNTOS A OUTRAS PESSOAS ELAS TEM DIFICULDADES EM SE RELACIONAR COM OUTRAS PESSOAS ELES PREFEREM ESTAR SEMPRE SOZINHAS .

josefa izabela da silva - nota (8.4) Nota que josefa izabela da silva obteve na avaliação do estudo. - resume:
Existe diferentes tipos de TGB, que podem ser leves ou graves, crianças com TGB matriculadas em escola regular tendem a melhorar seu desenvolvimento.

maria aparecida da silva braga - nota (6.2) Nota que maria aparecida da silva braga obteve na avaliação do estudo. - resume:
trantorno globais de desenvolvimento um dos maiores desafios da educação inclusiva agente não tem mais classificação autimo e psicose infantil o nome agora é transtorno global do desenvolvimento

ANA CLAUDIA MARQUES DA SILVA - nota (7.6) Nota que ANA CLAUDIA MARQUES DA SILVA obteve na avaliação do estudo. - resume:
Os Transtornos Globais de Desenvolvimento abrange cinco grupos, sendo eles, o Austismo Clássico, Síndrome de Asperger, Síndrome de Rett, Transtornos desintegrativos da infância e TGD. O mais conhecido é o Autismo, é caracterizado por uma Síndrome de comportamento de origem orgânica, que apresenta diferentes graus de gravidade dos sintomas ou características. Algumas das características desta Síndrome é a Dificuldade em manter contato visual,Fobias ou medos exagerados, Grande resistência a mudanças, Comportamentos auto estimulatórios, Comportamentos auto lesivos ou agressivos, Manipulação inadequada de materiais e objetos. Já a Síndrome de Asperger podem apresentar funções cognitivas, como memória auditiva e visual acima da média. Enfim, as crianças com TGD precisam de suporte de psicólogos, que ofereçam métodos e técnicas para o manejo comportamental,que permitam ao professor lidar melhor com o comportamento da criança

ANA CLAUDIA MARQUES DA SILVA - nota (7.6) Nota que ANA CLAUDIA MARQUES DA SILVA obteve na avaliação do estudo. - resume:
Os Transtornos Globais de Desenvolvimento abrange cinco grupos, sendo eles, o Austismo Clássico, Síndrome de Asperger, Síndrome de Rett, Transtornos desintegrativos da infância e TGD. O mais conhecido é o Autismo, é caracterizado por uma Síndrome de comportamento de origem orgânica, que apresenta diferentes graus de gravidade dos sintomas ou características. Algumas das características desta Síndrome é a Dificuldade em manter contato visual,Fobias ou medos exagerados, Grande resistência a mudanças, Comportamentos auto estimulatórios, Comportamentos auto lesivos ou agressivos, Manipulação inadequada de materiais e objetos. Já a Síndrome de Asperger podem apresentar funções cognitivas, como memória auditiva e visual acima da média. Enfim, as crianças com TGD precisam de suporte de psicólogos, que ofereçam métodos e técnicas para o manejo comportamental,que permitam ao professor lidar melhor com o comportamento da criança

Daniela Gonçalves Fonseca - nota (9) Nota que Daniela Gonçalves Fonseca obteve na avaliação do estudo. - resume:
O "Centro de Educação Terapêutica Lugar de Vida" atua no tratamento de crianças com Transtornos Globais do Desenvolvimento", o vídeo parte dessa instituição para falar a respeito do que é TGD Transtorno Global do Desenvolvimento e a maneira como o Centro Terapêutico e a Escola Regular, na qual é matriculada uma das crianças que faz tratamento no Centro em questão, lidam com a questão. O Transtorno Global do desenvolvimento incluí o autismo e também outras psicoses infantis. De maneira que todas tem características gerais que podem variar e se apresentar de maneira mais ou menos severa. A primeira característica é da dificuldade em estabelecer laços afetivos ou sociais com o Outro, também podemos observar dificuldade na habilidade de se comunicar, estereotipias de comportamento maneirismos ou então falta de interesse por atividades. Essa falta de interesse ou atenção, na verdade, se dá pelo fato de a criança ter uma maneira "peculiar" ou "singular" de compreender e vivenciar as situações. Muitas vezes podemos imaginar que a criança não está prestando atenção ou não está se importando, sendo que ela está fazendo isso dentro de seus limites, da maneira como lhe é possível. O vídeo atenta para o fato de que não é preciso que a criança tenha contato físico para que ela esteja em contato com outras pessoas/crianças. Também é importante que os adultos que lidam com essa criança diariamente, seja na escola, em casa, ou em outras atividades incentivem a criança a ter contato com outras crianças. Pergunte coisas, se aproxime, compartilhe de um mesmo momento. Na escola é importante que o professor não deixe de ensinar a criança, pois o cognitivo não necessariamente está afetado e é preciso que ela tenha oportunidade de aprender como as outras. É possível que naquele momento ela não tenha um retorno da criança e não perceba o que ela entendeu do conteúdo, o que não a impede de fazer associações e assimilar algumas coisas, que mais tarde podem fazer mais sentido. A escola precisa acreditar na capacidade de aprender da criança. Excluir a criança do contexto social só vai "ajudar" a criança a se fechar ainda mais dentro de seu mundo e privá-la de construir novos significados.

Elvira Rosa Santiago - nota (6.2) Nota que Elvira Rosa Santiago obteve na avaliação do estudo. - resume:
Através do vídeo pude compreender que os Transtornos Globais do Desenvolvimento ,são características específicas de crianças com dificuldade na aprendizagem e no convívio social, que recebendo ajuda de profissionais capacitados,da família e até mesmo dos coleguinhas de classe,podem desenvolver seus próprios métodos para entender e aceitar o mundo à sua volta.É possível sim alfabetizar e socializar o indivíduo que tem o TGD,para isto basta que a sociedade faça cada um sua parte deixando de lado o preconceito e permitindo que a inclusão cresça cada vez mais e dessa forma aproximando a todos com suas diversidades.

jessica lopes dos santos - nota (8) Nota que jessica lopes dos santos obteve na avaliação do estudo. - resume:
o conceito dos transtornos globais de desenvolvimento, traduz a compreensão do autismo como um transtorno do desenvolvimento, explicando-o como um conjunto de transtornos qualitativos de funções desenvolvidas no desenvolvimento humano.

onã victor da silva gurgel - nota (8) Nota que onã victor da silva gurgel obteve na avaliação do estudo. - resume:
*transtornos globais do do desenvolvimento podem ser classificados com diversas intensidades e formas de manifestação *A educação regular pode ajudar o afetado a estabelecer laços sociais, graças a interação promovida pelas atividades escolares

Davi Souza Teixeira - nota (8.6) Nota que Davi Souza Teixeira obteve na avaliação do estudo. - resume:
Temos que tratar essa pessoa normal, incluindo na sociedade, e fazendo elas se sentirem bem

Nathália Lopes Caldeira Brant - nota (8.6) Nota que Nathália Lopes Caldeira Brant obteve na avaliação do estudo. - resume:
O processo da Educação Inclusiva pressupõe um constante processo de capacitação profissional. Requer conhecer todas as especificidades que compõe a totalidade da educação inclusiva, mas ainda pressupõe conhecer cada sujeito e construir uma forma de se trabalhar com cada particularidade e individualidade. O transtorno global de desenvolvimento é composto por diferentes peculiaridades que compõe o cotidiano escolar e desafia todos os que compõe a comunidade escolar, a pensar alternativas que viabilizem o processo ensino e aprendizagem.

Antonio Barreira Gomes - nota (9) Nota que Antonio Barreira Gomes obteve na avaliação do estudo. - resume:
a importãncia do escola com os alunos TGD, no acolhimento fazem uma grande diferênça na qualidade de vida dessas crianças, embora pareça inrelevante, mas com certeza faz muita diferênça.

Cassia Regina Parrilha - nota (7.4) Nota que Cassia Regina Parrilha obteve na avaliação do estudo. - resume:
Uma vez diagnosticado o TGD, é importante para os educadores e demais profissionais da Educação, que teçam caminhos para o aluno de forma a auxiliar o seu desenvolvimento, respeitando o seu tempo, e sua forma de assimilar o que lhe é transmitido. A integração com o outro é também uma importante forma de inseri-lo no contexto escolar, onde, com a proximidade do outro, o aluno adquire maior segurança e desempenho. O aluno com TGD deve também ser estimulado a interagir, a questionar, a compartilhar. A parceria dos pais e demais profissionais é de extrema importância para que se obtenha um bom resultado.

FRANCISCA SOLANGE HONORIO DE MORAIS SCABELLI - nota (8) Nota que FRANCISCA SOLANGE HONORIO DE MORAIS SCABELLI obteve na avaliação do estudo. - resume:
TGD - Transtornos Globais do Desenvolvimento. Vídeo gravado no Centro de Educação Terapéutica Lugar e Vida / SP. Instituição que atende crianças que tem dificuldade de estarem nos lações sociais. TDG é um dos maiores desafios da educação inclusiva, antigamente chamado de autismo e/ou psicose infantil. O papel dos envolvidos é estimular as crianças com cenas difíceis, chegar perto delas respeitando seu espaço e estimulando a proximidade com seus pares. O Objetivo primordial do trabalho é desenvolver na criança o sentimento de pertencimento social, a escrita e a leitura vai acontecer gradualmente com o próprio desenvolvimento. Importante oferecer atividades que desenvolvam o laço social, como o momento do lanche, oportunizando trocas com os colegas, ouvir música acompanhado, estimular a aproximação com o outros alunos. A criança diagnosticada com TGD tem dificuldade com o subjetivo, cabendo a todos respeitar suas limitações e tempos de vida. Para os alunos com TGD frequentar a escola regular pode trazer benefícios também no campo do tratamento.

iasmim mayara de almeida - nota (8.4) Nota que iasmim mayara de almeida obteve na avaliação do estudo. - resume:
Os transtornos globais de desenvolvimento são um grupo de síndromes, distúrbios e transtornos que afetam e comprometem o desenvolvimento da criança, seja ele, fisicamente, intelectualmente, socialmente e de interação.

caroline vieira moreira - nota (6) Nota que caroline vieira moreira obteve na avaliação do estudo. - resume:
Trabalhar com os transtornos globais do desenvolvimento faz com que o educador se informe sobre suas causas e procure sempre metodologias que façam com que esse aluno seja inserido nos conteúdos aplicados e que se interaja com os outros educandos. É necessário que o professor e toda a equipe da escola tenham um olhar crítico e criativo, buscando sempre observar o desenvolvimento obtido pela criança até nos pequenos detalhes e que utilize esses detalhes para desenvolver não só sua escolarização para inseri-lo na sociedade.

jacqueline santana do nascimento - nota (7) Nota que jacqueline santana do nascimento obteve na avaliação do estudo. - resume:
As crianças com transtornos globais de desenvolvimento são aquelas que tem dificuldades em ter laços com o próximo, ou seja, dificuldades na interação social. Incluem-se nesse grupo crianças com autismo, síndrome do espectro. Tem interesses de caráter repetitivo.

Clévio Ferreira da Costa - nota (7.6) Nota que Clévio Ferreira da Costa obteve na avaliação do estudo. - resume:
Os Transtornos Globais do Desenvolvimento TGD são distúrbios nas interações sociais que costumam manifestar-se nos primeiros anos de vida. A criança com TGD possui dificuldade em olhar pra outra criança, ficar atento a somente uma coisa, como um objeto, atitudes repetitivas, podem repetir a fala das outras pessoas e em alguns casos, tem uma certa agressividade. A inclusão na escola com crianças na mesma idade é um passo importante para o processo de aprendizagem dessas crianças. O professor é um agente fundamental pra isso, o mesmo tem que saber lidar com as características de uma criança com TGD e adquirir confiança por parte do aluno.

Ana Paula Barbosa Watanabe - nota (9.4) Nota que Ana Paula Barbosa Watanabe obteve na avaliação do estudo. - resume:
A criança com transtornos globais do desenvolvimento possui muita dificuldade em interagir, portanto quando esta criança é submetida ao ensino regular torna mais fácil a interação com outras crianças.

JOANA D'ARC DUTRA DE OLIVEIRA - nota (8.4) Nota que JOANA D'ARC DUTRA DE OLIVEIRA obteve na avaliação do estudo. - resume:
Transtornos Globais do Desenvolvimento são distúrbios que afeta a capacidade de comunicação do individuo de se socializar e de comportamento e se manisfesta - se nos primeiros cinco anos de vida .

ALINE FERREIRA DE OLIVEIRA - nota (8) Nota que ALINE FERREIRA DE OLIVEIRA obteve na avaliação do estudo. - resume:
Muito bom o tratamento em que a escola da as crianças com este tipo de dificuldade , isso precisa acontecer em todas as escolas é um desafio mas com força de vontade podemos vencer .

Jéssica Rodriguês da Silva - nota (6.8) Nota que Jéssica Rodriguês da Silva obteve na avaliação do estudo. - resume:
O nome Transtornos Globais do Desenvolvimento surgiu ao final da década de 60 e se trata da dificuldade que a criança apresenta em se relacionar com o outro, o TGB engloba o autismo, a psicose infantil, síndrome do espectro de autismo Síndrome de Asperger e de Rett dentre outras síndromes. È muito importante que as crianças com TGB frequentem o ensino regular, pois isso pode ajudar muito em seu tratamento.

Marisa Rodrigues Silva de Souza - nota (8) Nota que Marisa Rodrigues Silva de Souza obteve na avaliação do estudo. - resume:
O TGD é um distúrbio que interfere na vida social das crianças , nas aprendizagem, nas relações como um todo, porém , detectado e cuidado ele pode ser inserido normalmente na sociedade e se relacionar bem com todas as pessoas. A criança com TGD, tem seu tempo e ritmo de aprender e se desenvolver, isso nao quer dizer que ele nao consiga , a conquista dele sobre o meio é no tempo determinado para o problema que ele apresenta.

Washington da Silva Oliveira - nota (7.6) Nota que Washington da Silva Oliveira obteve na avaliação do estudo. - resume:
eu aprendi que é uma síndrome Rara que afeta o convívio social da criança e faz ela passar por um processo de aprendizagem...

Marly Melo Araújo Raulino - nota (10) Nota que Marly Melo Araújo Raulino obteve na avaliação do estudo. - resume:
O Transtorno Global do Desenvolvimento está caracterizado pela dificuldade de interação e relacionamento interpessoal. Esse transtorno é identificado nos primeiros anos de vida, e é percebido geralmente quando a criança começa a frequentar creches.

Fabiana da Silva galanti - nota (7.4) Nota que Fabiana da Silva galanti obteve na avaliação do estudo. - resume:
Transtorno Globais de desenvolvimento Tem sido tratado com atenção por profissionais da educação e saúde afim, de trazer bem estar e interação para os indivíduos que sofrem de autismo em todos os graus. O Transtorno global de desenvolvimento surge no final dos anos 60 e enfatiza em estudos feitos por M.Rutter e D . Cohen quais a carências no desenvolvimento deste ser. Com isso o autismo deixou de ser tratado como uma psicose infantil estigmatizando as famílias e as próprias crianças. O Transtorno não diz semente ao autismo existindo diferentes transtorno que apresenta diferentes transtornos de desenvolvimento. Sendo elas: Autismo, Sìndrôme de Rett, Transtorno o Síndrome de Asperger, Transtorno desintegrativo da infância,Transtorno Global do desenvolvimento sem outra especificação. Considero importante as informações referente ao assunto esclarecendo que com dedicação estas crianças podem conviver com qualidade de vida em sociedade.

camila aparecida canuto - nota (9.4) Nota que camila aparecida canuto obteve na avaliação do estudo. - resume:
Os Transtornos Globais do Desenvolvimento, são distúrbios nas interações sociais.Englobando os diferentes dos aspectos autistas, as psicoses infantis, Síndrome de Asperger e a Síndrome de Rett. São crianças que tem dificuldades de estar com outro, de estar no laço. O vídeo mostra como podemos chegar até esta criança,trabalhando com elas para que elas possam aprender e a se comunicar com o outro.

Olívia de Souza Matos - nota (10) Nota que Olívia de Souza Matos obteve na avaliação do estudo. - resume:
Muitas vezes as pessoas com transtornos globais do desenvolvimento são confundidas com pessoas com deficiência mental; no entanto, há diferenças pontuais. Para evidenciar essas diferenças, podemos nos reportar primeiramente à Política Nacional de Educação Especial na perspectiva da Educação Inclusiva. Esse documento estabelece três grupos de alunos como sendo público-alvo da Educação Especial: alunos com deficiência, alunos com transtornos globais do desenvolvimento e alunos com altas habilidades/superdotação. DESAFIOS DA INCLUSÃO O que faz uma escola ser inclusiva é um bom projeto pedagógico. Ao contrário do que muitos pensam, inclusão é mais do que ter rampas e banheiros adaptados. Envolve um processo de reforma e de reestruturação das Escolas como um todo, com o objetivo de assegurar que todos os alunos possam ter acesso às oportunidades educacionais e sociais oferecidas pela Instituição de Ensino. Isso inclui o currículo corrente, a avaliação, os registros dos alunos. Recrutamento e Treinamento para Educadores Treinar os docentes para esta nova realidade de inclusão, através de palestras, oficinas ou trocas de experiências entre profissionais é fundamental. Transmitir-lhes informação, conhecimento, desenvolver habilidades e incentivar atitudes; como tratar, falar ou não da deficiência, oferecer ou não ajuda, LIBRAS linguagem brasileira de sinais , acessibilidade, enfim, o dia-dia e o convívio com as diferenças em sala de aula. Faz-se urgente enfrentar o desafio da inclusão escolar e de colocar em ação os meios pelos quais ela verdadeiramente se concretiza. Por isso, é necessário promover uma reforma estrutural e organizacional de nossas Escolas comuns e especiais. Criar uma única Escola capaz de oferecer condições de aprender, na convivência com as diferenças, desenvolvendo assim um cidadão pleno. Vygotsky 1991/1978 foi um dos poucos pesquisadores que, em sua época, se interessou em investigar temas da Educação Especial e refletir sobre a aprendizagem das pessoas com deficiência, analisa os aspectos que envolvem a construção do sujeito a partir de suas experiências adquiridas pela interação com o outro. As pessoas com deficiência podem obter progressos em seu processo de aprendizagem desde que, precocemente, em ambiente receptivo ela seja estimulada através de recursos educacionais adequados. Abriram-se, assim, as perspectivas para uma redefinição do papel da escola e do trabalho pedagógico com as pessoas que apresentam deficiência. Para esse autor, a aprendizagem é essencialmente social e as funções psicológicas humanas são constituídas a partir de habilidades e conhecimentos socialmente disponíveis. Dois conceitos propostos pelo autor são chaves para a intervenção nessa área – o conceito de desenvolvimento potencial e real, e de zona de desenvolvimento proximal, para falar do potencial de aprendizagem dessas pessoas. Pode-se, assim, afirmar que uma pessoa com deficiência não é menos desenvolvida, mas apresenta um desenvolvimento especial, que pode ser compensado através de práticas educativas contextualizadas de acordo com seus referenciais sociais e culturais. Dessa forma, não basta determinar o nível e a gravidade da insuficiência do aluno com NEE, mas também que se incluam obrigatoriamente práticas educativas compensatórias para promover o desenvolvimento através da mediação da aprendizagem. Conforme Vygotsky 1991/1978 , a criança com deficiência percorre caminhos que surgem pela necessidade do enfrentamento de obstáculos. Assim, o meio ambiente familiar e escolar tem papel fundamental no desenvolvimento da criança com deficiência, já que fornecerão os subsídios necessários para compensar suas dificuldades e para buscar equilíbrio nas funções adaptativas ao convívio social. Essa abordagem sócio-interacionista da Educação remete à noção de que a educação das pessoas com deficiência deve, como em qualquer outro caso, ser primeiramente social, e então, especial. Assim, a Educação Especial é importante para a pessoa com deficiência, mas não precisa ocorrer necessariamente em uma escola especial, já que, segundo ele, esses locais fazem uma ruptura com a realidade natural. Este é, essencialmente, o principio da inclusão educacional na visão da abordagem sócio-interacionista de Vygotsky. o desenvolvimento em parte é definido pelo processo de maturação do organismo individual, mas é o aprendizado que possibilita o despertar de processos internos de desenvolvimento que, se não fosse a interação do individuo com as condições ambientais, históricas e/ou famamiliares não ocorreriam. Embora a teoria de vygotsky esteja embassada no componente social, este são supõe que a transmissão cultural seja um “ pacote” a ser entregue para cada individuo. Ele supõe que o individuo constroi seu aprendizado na interçaõ com o grupo e com o “outro”, que é fundamental para que ele reconstrua em nivel individual o material que recebeu do contexto social Moreira, 1996 . Na concepção Vygotskiana, a escola é considerada um local onde seja possivel o crescimento do aluno, baseado na primazia da ação do aluno, ativo e interativo, ao invés do quadro pedagogica apresentado anteriormente baseado no trabalho expositivo do professor e na memorização do aluno. A ação educativa deverá, portanto, desafiar, provocando situações que levem os alunos a produzirem e elaborarem o seu conhecimento . A inclusão não tem um fim, pois ela representa, em sua essência, mais um processo do que um destino. A inclusão representa, de fato, uma mudança conceitual e nos valores culturais para as Escolas e para a sociedade como um todo. Os pais e os líderes comunitários também podem promover um diálogo com as redes de ensino, fazendo pressão para o cumprimento da lei. Como afirma VAN BRUGGEN 2001, pp. 19-20 , as nossas escolas devem apresentar “ … um plano de melhoria ou um plano de ação, baseado na nossa auto-avaliação e no melhor apoio que se consiga organizar dentro da escola e no ambiente da escola”. A abordagem sócio-interacionista de Feuerstein Feuerstein & Feuerstein, 1991 pressupõe que “todo ser humano é modificável”. A partir disso, considera a aprendizagem sob uma perspectiva ativa e otimista, no entanto para os educadores envolvidos com a questão da Educação Especial e da inclusão escolar. Diante desta reflexão os conceitos de modificabilidade cognitiva estrutural e experiência de aprendizagem mediada são básicos para a compreensão do processo de desenvolvimento e aprendizagem das pessoas em situação de diversidade e risco ao desenvolvimento. Feuerstein enfatiza o potencial de aprendizagem das pessoas e não aceita que pessoas com deficiência sejam classificadas e rotuladas com baixo rendimento cognitivo. Considera que o potencial intelectual não é imutável, ou seja, o desenvolvimento é dinâmico e modificável na interação mediada que ele estabelece com o meio sócio-cultural. De acordo Sassaki 1997, 2005 , por exemplo, são consideradas práticas inclusivas, certas estratégias, como: a para alunos com dificuldades auditivas, o professor deve “sentar-se na frente da sala”; “usar recursos visuais”; “falar claramente” etc.; b para alunos com distúrbio de comportamento, o professor deve “aplicar técnicas de modificação de comportamento”; “designar responsabilidades especiais”; “ignorar comportamentos inadequados, quando possível”; “focalizar os pontos bons e elogiá-los”; “formar grupos de aprendizado cooperativo com instruções e metas bem claras”. O foco das práticas inclusivas centraliza o professor, visto como principal responsável pelo sucesso ou fracasso do processo inclusivo. A contribuição das teorias é de aspectos relevantes na formação dos profissionais direcionando as praticas que norteiam o desenvolvimento humano. Para Libâno 1996 , o trabalho docente visa modificar no ser humano aquilo que é suscetível de educação, levando em conta a atividade humana transformadora, a partir de relações econômicas e históricas, ou seja, conceber o aluno como ser educável, sujeito ativo do próprio conhecimento, mas também, como ser social, historicamente desirmanado, individuo concreto síntese de múltipias determinações , inserido no movimento coletivo de emancipação humana. Por outro lado, essa compreensão do trabalho docente requer um professor capaz de encarar sua tarefa como parte da prática social global, para que precisa adquirir um conhecimento teórico que lhe permite pensar e agir sobre o real histórico e, também, dominar os meio operacionais: o saber e o saber fazer didáticos. A PRATICA EDUCACIONAL VOLTADA PARA A DIVERSIDADE As diferenças vivenciadas nas salas de aula é atualmente um dos grandes desafios do professor diante a sua postura e atitude perante as diferentes questões e situações que depara, deparando assim um quadro variado em seu plano de ação didática. No entanto, os professores têm grande dificuldade para lecionar para classes heterogêneas, com alunos de diferentes idades e níveis de aprendizagem. Dessa forma, trabalhar com tal diversidade – diferentes origens sociais e culturais, condições econômicas, saberes, valores e expectativas, tem representado um problema concreto para as escolas e professores AMBROSETTI, 2001 . Assim, é preciso reconhecer que trabalhar com a heterogeneidade em sala de aula é uma tarefa árdua. De acordo com Perrenoud apud Ambrosetti 2011,p.820, as situações que surgem em sala de aula possuem caráter diverso e complexo. Nesse sentido, “Ensinar é ignorar ou reconhecer estas diferenças, sancioná-las ou tentar neutralizar-las, fabricar o sucesso ou o insucesso através da avaliação formal e informal, construir identidades e trajetórias. Porém, regra geral, as didáticas nada dizem sobre as diferenças; falam de um aluno “ médio” ou de um sujeito epistêmico, desconhecem a dificuldade que há em fazer os alunos gostarem de certas disciplinas.” Assim sendo, é preciso superar as concepções lineares da deficiência, que se focalizam na ausência daquela competência que se encontra comprometida, e avançarmos para umas concepções que valoriza as potencialidades, ou seja, o cerne não deve concentrar-se nas deficiências e sim nas potencialidades. Portanto a discussão respalda-se no pressuposto de que cada vez mais, avante da sociedade diferenças culturais, sociais, afetivas, econômicas, cognitivas, etc. e, sendo a escola uma das principais instituições sociais responsáveis pela construção do sujeito, e seu posicionamento na sociedade, deve funcionar como mecanismo essencial no movimento inclusivo. Entendendo que esse movimento não se restringe à inclusão de deficientes somente, mas de todos aqueles historicamente vêm sendo excluídos do sistema educacional É de suma importância a busca de uma educação que se concretize para todos, é fundamental pensarmos numa pedagogia que se estruture nas diferenças, uma pedagogia diferenciada. De acordo com Perrenoud 2001, p. 27 , discutindo sobre a diferenciação do ensino, “diferenciar é organizar as interações e as atividades, de modo que cada aluno seja confrontado constantemente, ou ao menos com bastante freqüência, com as situações didáticas mais fecundas para ele”. O importante é entender que a diferenciação do ensino não é sinônima de individualização do ensino. Segundo Perrenoud 2001 , é inegável que não há diferenciação sem uma gestão mais individualizada dos processos de aprendizagem, contudo, isso não significa que os alunos trabalhem sozinhos ou apenas o professor, mas o acompanhamento e os percursos sejam individualizados. Prosseguindo, o autor destaca que a diferenciação não deve excluir a individualização, contudo, não pode reduzir-se a ela. É crucial lembar que a pedagogia diferenciada deve constantemente estimular as relações interpessoais entre professores, e alunos e entre os próprio alunos, cujas atitudes e conflitos precisam ser trabalhados. “A diferenciação requer tomada de consciência e respeito ás diferenças, diferenças, direito de se exprimir livremente e de der ouvido” André, 2001, p. 20 . Cada um deve ser reconhecido pelo seu grupo, independente de suas necessidades, competências ou nível cultural. Nesse sentido, cada escola como uma organização aprendeste, deve buscar construir pressupostos que atendam a sua realidade na concretização do ensino diferenciado, permitindo ao professor que exercite de forma teórica e prática formas de diferenciação. Contudo, para que se coloque em prática o ensino diferenciado, é preciso superar certos preconceitos e resistências. “E preciso, por um lado, vencer o preconceito de que alguns alunos são mais inteligentes ou mais bem dotados [ ...]. É preciso, aceitar, ao contrário, a idéia de que nem tudo esta definido no momento em que o individuo nasce ou até os primeiros seis anos. [...] Por outro lado, é preciso vencer a tendência de ver tudo de forma linear e unidirecional [...] Seria absurdo negar o peso dos fatores estruturais, diz Perrenoud, mas é preciso vencer a imobilidade diante deles e relativizar o seu papel “ ANDRÉ, 1001, p.21 . É relevante dizer, que diferenciar é antes de tudo, aceitar o desafio de que não existe receitas prontas, nem soluções únicas, o que há são indicativos, sugestões, trocas de experiências que irão enriquecer a construção de cada professor. “Portanto, é preciso” [...], aceitar as incertezas, a flexibilidade, a abertura das pedagogias ativas [“...], em um processo que envolve negociação, revisão constante e iniciativa de atores” ANDRÉ, 2001, p.22 . Nesta perspectiva ainda vem se arrastando para uma inclusão eficiente na capacitação dos profissionais relacionados efetivamente incluídos neste processo de inclusão. As adaptações inerentes as necessidades dos indivíduos que necessitam de trabalhos diferenciados é complexos pois a estrutura dos órgãos competentes ainda deixa muito a desejar Diante as necessidade de mudanças para realização de uma escola inclusiva observam a incipiência dos processos relevantes as necessidades inerentes a esse novo paradigma. A escola precisa de ser formado num ambiente de construção de conhecimento. A inclusão perde valor total para assim incluir a educação tem caráter amplo e sua complexidade desenvolvendo a construção do aluno ao longo de sua vida independentes de suas dificuldades. As barreiras são muitas e precisam ser vencidos nos âmbitos institucionais, pedagógicos, profissionais e sobre tudo na estrutura escolar condicionando o trabalho no desenvolvimento educacional. Na verdade o processo de inclusão escolar necessita de uma transformação em todo sistema de ensino para assim beneficiar todo corpo discente englobando as especificação do ser e não as suas diferenças e limitações. Com a evolução da sociedade, propiciada pela interação com as pessoas com deficiência, é possível vislumbrar uma sociedade mais fraterna, mais cooperativa. São necessárias a construção e o fortalecimento de uma mentalidade inclusiva especialmente na preparação dos professores para receber essas crianças. Na construção da inclusão, podem-se citar entre pessoas com necessidades especiais que a escola deve atender aquelas com deficiências sensoriais auditivas e visuais, as pessoas com deficiências físicas e de locomoção, as com deficiências mentais de graus variados e as com síndromes: Autismo e Down. Essas necessidades apresentam características múltiplas e podem ser identificadas por diversos meios, incluindo exames médicos- como na deficiência visual ou auditiva. Em alguns casos, porém, a identificação não é possível em um primeiro momento, sendo necessário estar atento para elas: dificuldades de aprendessem, condutas problemáticas, agressividade e até falta de motivação significam necessidades especiais, o que pode dificultar o trabalho docente, mas é preciso tornar essa dificuldade em possibilidades. O atendimento educacional à pessoa com deficiência ou síndrome deve decorrer, inicialmente, das necessidades evidenciadas na prática da sala de aula, pelos alunos reais. O professor não tem como saber tudo de todas as deficiências, para atender a qualquer aluno que procure a escola, mesmo porque as deficiências são dinâmicas: elas mudam, alteram-se. As pessoas com deficiências têm manifestações heterogêneas, e surgem ainda novas deficiências com a evolução da sociedade. Assim, o professor deve contar com a ajuda especializada, sendo mesmo admissível que parte da escolarização se dê em situações especiais. A Convenção da Guatemala admite a diferenciação de atendimento para promover a integração social ou o desenvolvimento das pessoas com necessidades especiais, desde que elas não sejam obrigadas a aceitar a alternativa diferente e que não signifique limitação do seu direito à igualdade e deve ficar claro que a transformação da escola não é, portanto, uma mera exigência de inclusão escolar de pessoas com deficiência e/ou dificuldades de aprendizado. Assim, sendo, ela deve ser encarada como um compromisso. Alguns especialistas mostram que há várias ações possíveis para implementar a inclusão. Tais ações devem ser simultâneas. Estão entre elas uma campanha contínua de esclarecimento ao público em geral, aos alunos e familiares das escolas comuns e especiais, aos professores e às autoridades educacionais. Alguns consideram indispensável o treinamento dos atuais e futuros professores comuns e especiais. Esses treinamentos deverão enfocar os conceitos inclusivistas como autonomia, independência, rejeição, equiparação de oportunidades, inclusão social, modelo social da deficiência, rejeição zero e vida independente. Estrela 1996, apud Baumel; Castro, 2002, p.7 abordou uma percepção a respeito da preparação do professor, afirmando que “[...] é na escola e pela ação cotidiana que se revelam as necessidades de formação do professor, se forja a sua identidade profissional e se afirma o seu projeto de vida”. É necessário que todos os professores tenham uma informação geral de percurso histórico da inclusão, que se conscientizem de seus sentimentos em relação às pessoas com deficiências e das motivações destes mesmos sentimentos. Além disso, é fundamental que compreendem o contexto sócio-histórico da proposta de exclusão e, especialmente, o contexto da inclusão, e que tenham um domínio básico de conhecimento que auxiliem a sua aproximação das pessoas com deficiência, no sentido de interagir com elas. É importante reiterar o estímulo a uma disposição humanitária, como ponto de partida. Essa disposição inclui encarar o outro como pessoa, como sujeito, que tem direito ao conhecimento e que procura viver plenamente. Essa disposição não pode ser confundida com o assistencialismo do "Eu quero ajudar o outro", tantas vezes associado à Educação Inclusiva. Essa visão assistencialista não concebe a relação com a pessoa com deficiência como uma via de mão dupla, mas a compreende como um dar de si ao outro menos capaz. Contudo, é essencial que os professores reconheçam sua própria importância no processo de inclusão, pois lhes cabe planejar e implementar intervenções pedagógicas que dêem sustentação para o desenvolvimento das crianças e dar a elas possibilidades de aprendizagem e autonomia. A inclusão escolar não implica só inserir o aluno numa classe de ensino regular por imposição da lei, mas sim em acreditar no potencial do aluno e no seu saber. E entender que diante deste desafio, deve-se buscar conhecimentos e aprimorar-se, aceitando assim aprender com as diferenças. De acordo com Mantoan nos adverte para observarmos com cuidado o direito à igualdade e o respeito à diferença. Se a igualdade descaracteriza a pessoa, ela deve ter respeitado seu direito à diferença. Contudo, se a diferença lhe traz inferioridade, ela tem o direito de ser considerada igual às outras. Seu pensamento é ético, visa a paz, a democracia, a solidariedade e o bom senso MANTOAN, 2003 . 4- CONCLUSÃO A inclusão escolar não consiste apenas em só inserir o aluno na classe que o professor vai aprender como trabalhar com ele, depende da sua postura, das suas representações, de acreditar no potencial do aluno e no seu de aprender, de aceitar desafios, de criar o novo, assim como todo sistema escolar esteja disposto e aberto a aceitar e incluir esses alunos. Em contrapartida, um professor ou equipe escolar que respeite as diferenças, que seja comprometido com elas, que acredite no potencial humano, acima de qualquer deficiência ou incapacidade, terá mais possibilidades de atender bem com essas diferenças. O importante, no processo de inclusão, é perceber que a diversidade não é problema; pelo contrário, é perceber que é uma oportunidade de enriquecimento individual, social e de ensino-aprendizagem. Inclusão escolar implica apostar em uma política educativa que assegure a atenção à diversidade como eixo central e que isso se verifique em todas as etapas educativas, para a vida toda. O professor precisa se abrir para o novo, pensar, produzir seu saber. A postura que os professores podem assumir frente ao novo, ao aprender, identifica diferentes modos de pensar a profissão, ela pode ser atendida como uma constante aprendizagem, parte de um movimento permanente de busca. Nesse sentido, Freire 1996, p.64 coloca que "a consciência do mundo e a consciência de si como ser inacabado necessariamente inscrevem o ser consciente de sua inclusão num permanente movimento de busca". Caetano Veloso simplifica com a letra de sua música e diz com tamanha beleza que “cada um sabe a dor e a delícia de ser o que é”, seria ainda mais belo se todos tivessem oportunidade de descobrir a delícia de ser quem é. Então, deve-se pensar o quanto será positivo para nós, o quanto aprenderemos com a inclusão destas pessoas, e, sobretudo, o quanto nos tornaremos pessoas melhores. "A inclusão escolar começa na alma do professor, contagia seus sonhos e amplia seus ideais. A utopia pode ter muitos defeitos, mas pelo menos, uma virtude tem: ela nos faz caminhar." Eugênio Cunha A inclusão é uma inovação, cujo sentido tem sido muito distorcido e um movimento muito polemizado pelos mais diferentes segmentos educacionais e sociais. No entanto, inserir alunos com déficits de toda ordem, permanentes ou temporários, mais graves ou menos severos no ensino regular nada mais é do que garantir o direito de todos à educação - e assim diz a Constituição ! Inovar não tem necessariamente o sentido do inusitado. As grandes inovações estão, muitas vezes na concretização do óbvio, do simples, do que é possível fazer, mas que precisa ser desvelado, para que possa ser compreendido por todos e aceito sem outras resistências, senão aquelas que dão brilho e vigor ao debate das novidades.

Carla Andrade de Paula - nota (7.2) Nota que Carla Andrade de Paula obteve na avaliação do estudo. - resume:
O significado do processo de globalização tem repercussões claras dos indivíduos e das sociedades. A educação e os cuidados são fatores primordiais e fundamentais para o desenvolvimento da criança. Pensar em uma educação inclusiva é olhar com cautela na ampliação e adaptações curriculares e tecnologias assistivas no âmbito educacional com ajuda primordial dos familiares e profissionais do AEE. Os TGD englobam os diferentes transtornos do espectro autista, as psicoses infantis, a Síndrome de Asperger, a Síndrome de Kanner e a Síndrome de Rett. Dessa forma faz- se necessário romper com os paradigmas para se conseguir aprendizagem no que se enquadram noTGD.

Josiane Santos Da Silva - nota (10) Nota que Josiane Santos Da Silva obteve na avaliação do estudo. - resume:
Um dos maiores desafios da educação inclusiva é incluir crianças com transtornos globais do desenvolvimento no ensino regular.A criança com TGD têm dificuldade de estar com o outro,de estar no laço social e essas dificuldades,elas podem ser mais ou menos intensas a ponto de as crianças,as vezes não falarem.

ivone dos santos - nota (8) Nota que ivone dos santos obteve na avaliação do estudo. - resume:
São usados medicamentos para tratar problemas comportamentais específicos; a terapia para crianças com PDD deve ser especializada, de acordo com as necessidades de cada criança. Algumas crianças com PDD se adaptam bem em classes especiais reduzidas, em que o ensino é ministrado na base de um para um

Paloma Novais - nota (9.4) Nota que Paloma Novais obteve na avaliação do estudo. - resume:
Os transtornos Globais do desenvolvimento são distúrbios das interações sociais, e neste há diversos transtornos como por exemplo, síndrome de Asperger, Kenner, e Rett. Estes causam variação na atenção, concentração, coordenação motora, e mudanças de humor.

VITÓRIA PORTO ARAÚJO - nota (7) Nota que VITÓRIA PORTO ARAÚJO obteve na avaliação do estudo. - resume:
as pessoas com transtornos globais do desenvolvimento tem uma dificuldade em estabelecer laços sociais e interagir com as outras pessoas, por isso cabe darmos a ela uma atenção especial que venha a atender e trabalhar com essas dificuldades.



Samuel Dirlan da Silva da Rocha - nota (8.5) Nota que Samuel Dirlan da Silva da Rocha obteve na avaliação do estudo. - comenta:
Ótima palestra

Liliane Maria de Sousa Oliveira - nota (5) Nota que Liliane Maria de Sousa Oliveira obteve na avaliação do estudo. - comenta:
é um assunto muito interessante, vasto e atual. Gostaria de poder ver um novo curso mais extenso com esse tema. Pois é um assunto muito complexo, mas de extrema necessidade nos aprofundarmos.

valeria Aparecida de camargo - nota (10) Nota que valeria Aparecida de camargo obteve na avaliação do estudo. - comenta:
Este curso contribuiu muito no trabalho que desenvolvo na Educação especial ,pretendo rever novamente!

Andréa Barcelos Villarroel - nota (8) Nota que Andréa Barcelos Villarroel obteve na avaliação do estudo. - comenta:
Muito me agradou o "olhar" das profissionais que tem o idealismo, o encantamento nas conquistas dos alunos, buscando atender as necessidades de laços dessas crianças com tudo a sua volta.

MARIA GERALDA SOARES LOPES DA CRUZ - nota (8) Nota que MARIA GERALDA SOARES LOPES DA CRUZ obteve na avaliação do estudo. - comenta:
PARTICIPAR DESSE CURSO FOI MUITO IMPORTANTE, POIS PUDE CONSTRUIR UM NOVO OLHAR PARA O TGD,REVENDO CONCEITOS E CONCEPÇÕES.

Rosane Leite Ribeiro Godinho Cardoso - nota (5.6) Nota que Rosane Leite Ribeiro Godinho Cardoso obteve na avaliação do estudo. - comenta:
Apaixonei por este curso é ótimo, aconselho a todos a fazerem.

Maria Marcelina Machado - nota (8.6) Nota que Maria Marcelina Machado obteve na avaliação do estudo. - comenta:
APRENDER NUNCA É DEMAIS E A CADA CURSO QUE FAÇO ABRANGE MAIS MEUS CONHECIMENTOS, OBRIGADA . ESTOU APRENDENDO MUITO SOBRE TGD E ISSO POSSIBILITA QUE AS CRIANÇAS SEJAM BENEFICIADAS COM ESTA TEORIA TORNANDO ASSIM PRÁTICAS COERENTES COM AMBIENTES ESCOLARES INCLUSIVOS.

vanecia moreira alves - nota (7.6) Nota que vanecia moreira alves obteve na avaliação do estudo. - comenta:
O vídeo sobre TGD é muito interessante por se tratar de um cotidiano relatado a partir de vivencia de profissionais envolvidos e capacitados, me levando a refletir fazendo com que o meu interesse em relação ao assunto aumente ainda mais. Pude compreender e aprender como lidar com os transtornos globais do desenvolvimento, considerando esse assunto de grande relevância para o meu crescimento enquanto educadora e participante de uma educação inclusiva.

clarissa peres rodrigues - nota (8) Nota que clarissa peres rodrigues obteve na avaliação do estudo. - comenta:
AS CRIANÇAS COM TGD ACABAM SE ALFABETIZANDO POR TODAS AS RELAÇÕES SOCIAIS SE SÃO PROPORCIONADAS.

Lindalva dos Santos Gomes - nota (7.4) Nota que Lindalva dos Santos Gomes obteve na avaliação do estudo. - comenta:
As crianças podem apresentar, também, dificuldades de aprendizagem as quais, algumas vezes, são vistas como problemas insolúveis, mas que podem ser identificado o mais precocemente possível, caso todos na comunidade escolar compreendem que esses desafios fazem parte do próprio processo de aprendizagem. O apoio de uma equipe de especialistas como fonoaudióloga, psicóloga, neurologista, psiquiátrica é fundamental para que se faça o diagnóstico correto da dificuldade encontrada pelo aluno e para que o tratamento seja o mais específico possível.

Wanderleia De Lurdes Pereira Soares - nota (7) Nota que Wanderleia De Lurdes Pereira Soares obteve na avaliação do estudo. - comenta:
muito bem exposto o assunto ,facil interpretação ,tirou minhas duvidas e aguçou minha curiosidade sobre o assunto foi muito bom assistir o video.

iramar galuppo Duque dos Santos - nota (7) Nota que iramar galuppo Duque dos Santos obteve na avaliação do estudo. - comenta:
Ainda bem que existem educadores, Psicólogos, psicoterapeutas, pedagogos. Arte educadores que dedicam suas vidas á prestar um serviço sério e de muita responsabilidade no âmbito gerenciada. social em que vivemos e ter, acima de tudo, respeito as pessoas que necessitam de uma atenção diferenciada.

ODILON BENTO DA COSTA JUNIOR - nota (6.4) Nota que ODILON BENTO DA COSTA JUNIOR obteve na avaliação do estudo. - comenta:
Está palestra é muito importante para os profissionais da área de educação.

Jocilene Menezes dos santos - nota (9) Nota que Jocilene Menezes dos santos obteve na avaliação do estudo. - comenta:
Para poder ajudar as crianças com TGD TRANSTORNOS GLOBAIS DO DESENVOLVIMENTO, os primeiros passo é observar e diagnosticar de qual transtornos estamos tratamos para saber qual a melhor forma de tratamento e forma adequada de ensino ,pois a escola neste caso, deve se adaptar ao aluno e não o contrário.

Elisabete Cavalcante Coelho - nota (8) Nota que Elisabete Cavalcante Coelho obteve na avaliação do estudo. - comenta:
Muito interessante esse assunto, e saber que a nomenclatura mudou, a forma que as crianças que possuem TGD são tratadas por esses educadores é algo muito bonito de se ver e saber que temos profissionais tão interessados.

EDNEI FRANCISCO DE OLIVEIRA - nota (7.4) Nota que EDNEI FRANCISCO DE OLIVEIRA obteve na avaliação do estudo. - comenta:
A educação de qualidade é direito de todo cidadão, tendo isso em mente, é fundamental que o Governo continue aplicando medidas que vão de encontro a inserção de pessoas com Transtornos Globais do Desenvolvimento.

Marlon do Nascimento Silva - nota (8) Nota que Marlon do Nascimento Silva obteve na avaliação do estudo. - comenta:
O TGD pode ser minimizado desde que haja um acompanhamento com essa pessoa

Marcela Gomes da Silva - nota (8) Nota que Marcela Gomes da Silva obteve na avaliação do estudo. - comenta:
O tema "transtorno Globais do Desenvolvimento" é importantíssimo para acadêmicos de Psicologia, tanto quanto para os profissionais da área da Educação. É um tema bem atual e que nos traz uma série de reflexões.

LIDIANE MORAIS DE FRANÇA - nota (6.2) Nota que LIDIANE MORAIS DE FRANÇA obteve na avaliação do estudo. - comenta:
Gostei muito do vídeo, ótimo para os pais e professores, e quando estiver lecionando este curso será de grande valor.

ANA CLAUDIA MARQUES DA SILVA - nota (7.6) Nota que ANA CLAUDIA MARQUES DA SILVA obteve na avaliação do estudo. - comenta:
Esse vídeo é muito esclarecedor sobre o assunto abordado,contribuindo para o enriquecimento de meus conhecimento..

Karla Regyna Mangilli - nota (9.4) Nota que Karla Regyna Mangilli obteve na avaliação do estudo. - comenta:
É muito importante que as escolas, os professores, toda a rede educacional esteja preparado para atender crianças e adolescentes com TGD, não só nas escolas, mais em casa também, porque muitos pais tem dificuldade de relacionamento com os filhos que tenham esse transtorno. Se cada um dos educadores, e pessoas diretamente ligadas a eles se "especializarem", entenderem o transtorno deles, e trata-los cada vez mais de forma humanitária, acredito que cresceremos bastante no nivel de educação básica no Brasil.

Daniela Gonçalves Fonseca - nota (9) Nota que Daniela Gonçalves Fonseca obteve na avaliação do estudo. - comenta:
É muito importante que as escolas se atualizem a respeito dos transtornos, síndromes e dificuldades que as crianças podem apresentar atualmente e a maneira como essas dificuldades podem interferir no contexto escolar. Compreender que as crianças com Transtornos Globais do Desenvolvimento podem ter dificuldade em estabelecer laços sociais, em se comunicar de maneiras convencionais ou demonstrar interesse, da mesma maneira que a maioria das crianças, por atividades ou conteúdos; tem valor significativo para o professor que muitas vezes por não saber dessas características julga seu aluno desinteressado, desatento ou "pouco esforçado". Dentro de seus limites a criança com TGD compreende o mundo que está a sua volta e é capaz de aprender, compreender e conviver com outras crianças.

Roseli Maria da Silva Antonio - nota (8.4) Nota que Roseli Maria da Silva Antonio obteve na avaliação do estudo. - comenta:
Um excelente curso que nos faz ver a importância do professor se atualizar sempre, prestar atenção em detalhes que às vezes passam despercebidos, como o caso da criança que deu a régua para a professora, isso quer dizer que do jeito desse aluno ele estava prestando atenção na aula e o professor não observou.

Daniele Silva Feitoza de Farias - nota (6.6) Nota que Daniele Silva Feitoza de Farias obteve na avaliação do estudo. - comenta:
Quero parabenizar a equipe pedagógica que desenvolveu esse método de estudo, achei muito interessante pois como seres bastantes visuais conseguimos captar melhor o ensino.

onã victor da silva gurgel - nota (8) Nota que onã victor da silva gurgel obteve na avaliação do estudo. - comenta:
é importante respeitar todos os indivíduos independente da teoria que acreditem, sendo ela proveniente de conhecimento científico ou religioso

ricardo de frança ferreira - nota (7) Nota que ricardo de frança ferreira obteve na avaliação do estudo. - comenta:
As criança que sofrem esse distúrbios merecem uma atenção especial,e uma educação regular de qualidade.

Nathália Lopes Caldeira Brant - nota (8.6) Nota que Nathália Lopes Caldeira Brant obteve na avaliação do estudo. - comenta:
Ter acesso a experiência no que tange a inclusão é sempre enriquecedor. Nos desafia a repensar nosso cotidiano no espaço escolar e a recriar formas de se trabalhar, além de contribuir na percepção de qualquer manifestação que os estudantes venham a ter e que corresponda a um atendimento educacional especializado e que seja necessário adaptações no processo ensino e aprendizagem.

Jane Fonseca - nota (7.6) Nota que Jane Fonseca obteve na avaliação do estudo. - comenta:
Crianças com TGD, merecem toda atenção co relação ás áreas de interação social, portanto devem ser incluidas.

iasmim mayara de almeida - nota (8.4) Nota que iasmim mayara de almeida obteve na avaliação do estudo. - comenta:
O tema em questão é um tema bastante atual e pertinente a área educacional, pois, muitos deles, são percebidos no âmbito escolar. Os transtornos globais do desenvolvimento é um tema amplo, pois, abrange uma variedade de síndromes, distúrbios e transtornos que muitas vezes exigem um profissional especifico para disponibilizar a está criança um atendimento educacional especializado AEE .

an apaula ramos toth - nota (9) Nota que an apaula ramos toth obteve na avaliação do estudo. - comenta:
e muito interessante que existem pessoas que se interessem por crianças, quanto na inclusão social

Rafael Soares Barbosa - nota (7) Nota que Rafael Soares Barbosa obteve na avaliação do estudo. - comenta:
Conteúdo de suma importância para a melhora do ensino e adaptação, tanto dos professores quanto dos alunos.

Fabiana Verissimo Gonzalez - nota (7.6) Nota que Fabiana Verissimo Gonzalez obteve na avaliação do estudo. - comenta:
O vídeo traz uma série de experiências compartilhadas que podem auxiliar o professor a entender melhor e auxiliar os alunos com TGD.

caroline vieira moreira - nota (6) Nota que caroline vieira moreira obteve na avaliação do estudo. - comenta:
O vídeo é muito interessante, contém informações importantíssimas sobre como trabalhar as crianças com esse transtorno e ainda proporciona ao professor uma visão de que ele pode conseguir progressos se ele tiver um olhar para essa criança no sentido de proporcionar sempre oportunidades para que a mesma participe das atividades cotidianas e que fiquem sempre em contato com o outro, que criem um laço não só com o professor, mas com todas as pessoas de seu convívio.

GABRIELLE SIQUEIRA DA PAZ - nota (6.2) Nota que GABRIELLE SIQUEIRA DA PAZ obteve na avaliação do estudo. - comenta:
SÃO TRANSTORNOS QUE ENVOLVEM VARIOS DISTÚRBIOS, O ACOMPANHAMENTO E A ATENÇÃO ESPECIALIZADA, POSSIBILITAM A CRIANÇA UM MELHOR DESENVOLVIMENTO DE SUAS HABILIDADES E UM CRESCIMENTO INTELECTUAL.

maria jose mamud - nota (8.6) Nota que maria jose mamud obteve na avaliação do estudo. - comenta:
É incrivel como essas crianças podem nos surpreender,quando tentamos cerca-las de cuidados achando que não são tão capazes,elas se revelam que do seu jeito da sua maneira,elas prestam atenção e são capazes de aprender alfabetização,como vimos neste texto

Solange Aparecida de Almeida - nota (8) Nota que Solange Aparecida de Almeida obteve na avaliação do estudo. - comenta:
Adorei o tema, precisamos aprender mais e mais à cada dia, pois as crianças com transtornos globais do desenvolvimento precisarão de nosso apoio...

Clévio Ferreira da Costa - nota (7.6) Nota que Clévio Ferreira da Costa obteve na avaliação do estudo. - comenta:
É fundamental que sejam inseridas nas escolas políticas públicas de inclusão social com alunos com TGD, porque o professor sabendo trabalhar a aprendizagem para essas crianças, as mesmas crescerão com um desenvolvimento intelectual bem melhor, e também o desenvolvimento motor.

Denis Fernandes da Silva - nota (10) Nota que Denis Fernandes da Silva obteve na avaliação do estudo. - comenta:
Além de apresentar os conceitos sobre o TGD a aula também me proporcionou ver que as atitudes desenvolvidas pela escola nem sempre são carácter imediato, mas para esses alunos podem contribuir muito em um processo peculiar.

JOANA D'ARC DUTRA DE OLIVEIRA - nota (8.4) Nota que JOANA D'ARC DUTRA DE OLIVEIRA obteve na avaliação do estudo. - comenta:
Gostei do assunto e em vê que ainda tenham professores preocupado com o desenvolvimento do seu aluno , isso é muito gratificante em vê .

izaias westphal Junior - nota (7.4) Nota que izaias westphal Junior obteve na avaliação do estudo. - comenta:
Inclusão Social, sempre é bom conhecer mais para quem será professor! Gostei!

Andreza Cristina da Silva Lemos - nota (6.6) Nota que Andreza Cristina da Silva Lemos obteve na avaliação do estudo. - comenta:
As crianças com transtorno necessita de carinho, amor e paciência. Uma forma de cada um fazer o seu papel é conhecer mais sobre o assunto para que possamos exercer nosso papel de mediador entre o convívio social e o aprendizado.

Jéssica Rodriguês da Silva - nota (6.8) Nota que Jéssica Rodriguês da Silva obteve na avaliação do estudo. - comenta:
As crianças com Transtornos Globais do Desenvolvimento têm dificuldades em se relacionar com outras pessoas, então é de suma importância que haja meios que expliquem como devemos lidar com essas crianças para que assim possamos interagir com elas e inseri-las no convívio social.

Marisa Rodrigues Silva de Souza - nota (8) Nota que Marisa Rodrigues Silva de Souza obteve na avaliação do estudo. - comenta:
O tema transtornos Globais do Desenvolvimento é um tema importante, o vídeo esclarece muito sobre ele, principalmente no que diz respeito a maneira de lidar com crianças que desenvolve esse problema, apesar de ainda desconhecido por parte dos profissionais de educação, o vídeo trás grandes explicações sobre o mesmo.

Eliana Pereira Paniagua - nota (6.4) Nota que Eliana Pereira Paniagua obteve na avaliação do estudo. - comenta:
Os alunos com TGD necessitam de iniciativas, recursos e intervenções que proporcionem o seu desenvolvimento, de acordo com suas potencialidades, necessidades e dificuldades, principalmente pelo fato das pessoas com TGD apresentarem uma grande variabilidade em suas características tão distintas entre si. Portanto, não apresentam as mesmas respostas às ações, evidenciando a necessidade de um currículo adaptado às suas particularidades ao longo da trajetória escolar

Fabiana da Silva galanti - nota (7.4) Nota que Fabiana da Silva galanti obteve na avaliação do estudo. - comenta:
Considero Importante todas as informações do assunto Transtorno Globais de desenvolvimento sabendo que a cada momento nos deparamos com novos casos onde existe um fato genético indiscutível. A estrutura para receber estes casos carecem de atenção não só de organizações competentes como também de toda uma estrutura social.

MARA LUCIA QUINTANILHA DA SILVA - nota (7.6) Nota que MARA LUCIA QUINTANILHA DA SILVA obteve na avaliação do estudo. - comenta:
Este vídeo mostra um tema muito importante, pois todos os dias recebemos alunos no ensino regular com algum tipo de transtornos . A inclusão desses alunos , requer muita dedicação do professor, em buscar estratégias para conseguir alfabetizar esses educando. Eu já tive alunos autistas, no começo foi muito difícil, mas aos poucos fui aprendendo como lidar com eles.

gricieli camem da silva - nota (8) Nota que gricieli camem da silva obteve na avaliação do estudo. - comenta:
e muito triste ver estas crianças que possuem estes problemas e muitas vezes não temos gente qualificada para ajudar

ADRIANA APARECIDA BIZARI XISTO - nota (6.4) Nota que ADRIANA APARECIDA BIZARI XISTO obteve na avaliação do estudo. - comenta:
É de grande relevância a inclusão social das crianças com TGD e de maior importância ainda o papel do professor em buscar novas ferramentas e adaptar seu material de ensino de maneira a proporcionar a todos atividades significativas.

Vanessa Severina de Oliveira Rocha - nota (7) Nota que Vanessa Severina de Oliveira Rocha obteve na avaliação do estudo. - comenta:
O VÍDEO FOI MUITO PROVEITOSO POIS TRABALHO DIRETAMENTE COM CRIANÇAS AUTISTAS,E SINTO MUITO DIFICULDADE DE TRABALHAR COM CERTAS QUESTÕES QUE OCORREM NO DIA A DIA.AO ESTUDAR ESSE TEMA ,MELHOROU MUITO A FORMA DE TRABALHO COM MEUS ALUNOS.

wivian mary de souza santana - nota (6.6) Nota que wivian mary de souza santana obteve na avaliação do estudo. - comenta:
O TGD engloba vários distúrbios de desenvolvimento e isso me chamo muita atenção e me fez mais conhecedora do assunto ,pois meu filho tem a síndrome de asperger e é muito difícil lidar com crianças assim.

Flávia Marquet da Rocha Nakoneczny - nota (8) Nota que Flávia Marquet da Rocha Nakoneczny obteve na avaliação do estudo. - comenta:
Surpreendente o número de informações sobre TGD que nós educadores desconhecemos. Esclareceu e acrescentou muito conhecimento sobre o tema.

Josiane Santos Da Silva - nota (10) Nota que Josiane Santos Da Silva obteve na avaliação do estudo. - comenta:
Aprendi com esse curso que nós educadores,devemos ter como solução a interação do aluno com TGD aos outros alunos,para que dessa forma ele se interaja e não fique como um excluído.Foi muito interessante.

Odair Geraldo Elger - nota (10) Nota que Odair Geraldo Elger obteve na avaliação do estudo. - comenta:
Os Transtornos Globais do Desenvolvimento podem estar relacionada a vários aspectos diferenciados e alguns nives devido as suas enfermidades.

Paloma Novais - nota (9.4) Nota que Paloma Novais obteve na avaliação do estudo. - comenta:
Os transtornos globais do desenvolvimento costumam se manifestar nos primeiros anos de vida, e seus padrões de comunicação são repetitivos, suas dificuldades não podem se enquadrar em mais ou menos intensas, e essa seria uma das dificuldades de uma criança com TGD.

VITÓRIA PORTO ARAÚJO - nota (7) Nota que VITÓRIA PORTO ARAÚJO obteve na avaliação do estudo. - comenta:
o transtorno global do desenvolvimento é um distúrbio caracterizado pelas dificuldades de interagir socialmente, as pessoas que sofrem desse transtorno tem uma forma peculiar de falar . ainda é uma dificuldade a inserção de crianças com esse transtorno em escolar regulares, pois não há profissionais para atender a essa demanda.

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